quarta-feira, 4 de agosto de 2021

 


eu,
homem artista nunca pobre,
nunca capengando pelos escuros,
muitas vezes capengando pelos escuros,
pelas ruelas de nossas casas,
de nossas varandas de danças,
de vossa intensão de arremeçar abelhas meninas
nas camadas do céu que ora avisto,
que ora avista

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